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LUCIANO JATOBÁ

Filho de Senhor do Bonfim, antiga Vila Nova da Rainha, dali saiu para o mundo, faiscou letras ao invés de diamantes, e hoje faz parte de muitas academias (Entre ALAS e outras).

Versejou, cantou e bordou. Fez de tudo e até se meteu a turista ocidental, daí a ser hoje o diretor de turismo da sua terra.

Com vistas para o turismo meteu-se a filólogo das caatingas e produziu este DBL (Dicionário da Língua Baianesa) o qual, entre outros méritos, vem reforçar outros Aurélios e Houssais da língua dos brasilianos.

Nos originais do Dicionário encontramos a intenção de se traduzi-lo também para o francês, o inglês e o espanhol. Isso o tornaria mais abrangente que outras tentativas em divulgar a maneira e os modos de falar do baiano.

E, particularmente, me pergunto: porque não traduzir a “língua baianesa” para o jabonês? Puxo a brasa para minha sardinha e se não fora ter perdido este ano o meu velho amigo TADASHI OKUMURA, grande tradutor de JORGE AMADO, e muito ajudaria JATOBÁ nessa tarefa, tendo em vista ser o povo japonês brasileiro a maior colônia de japoneses fora do Japão, e também se constituir no segundo maior contingente de turistas em redor da Terra.

Assim e portanto devo louvar o trabalho do meu confrade JATOBÁ e saúda-lo niponicamente: OMEDETON GOZAIMASU, GAMBATE KUDASAI! (PARABÉNS, PROSSIGA!).

Emilton Moreira Rosa

Cônsul Geral Honorário do Japão na Bahia

Membro 37 da ALAS



Relembrar e recordar é viver!
Jamais poderia deixar de lembrar-me da brilhante participação da artista plástica baiana Helena Sá (radicada no Rio de Janeiro) na elaboração deste trabalho.
Portanto dedico esta obra a minha amiga Helena Sá, a minha família e ao povo baiano! - Luciano Jatobá (Escritor e Jornalista)
Algumas frases em destaque na Língua Baianesa:

O linguajar baiano é malemolente, inventivo e indolente.

Quarteto em Cy


"A língua baianesa pode exprimir toda a alegria de um trio elétrico"

Osmar Macedo (In memoriam) Criador do Trio Elétrico

 

Acho a língua baianesa porreta, tem tudo a ver com o carnaval da Bahia.

Armandinho (Trio Elétrico Dodô E Osmar)

 

A língua baianesa tem tudo a ver com Araketo.

É o Araketo Vixe Maria!


Arroche o nó que o forró tá bom que tá danado.

Adelmário Coelho

 

Ele era cabra macho, o rei da nossa alegria, dava a nota e mostrava o som, Gozagão é danado de bom!

Elba Ramalho

 

A língua baianesa é a gota serena da bexiga lixa de boa.

Geraldo Azevedo

 

Se avexe não... Amanhã pode acontecer tudo inclusive nada...

Accioly neto (fragmento da música "A Natureza das Coisas")

Dc Santana "O Cantador"

 

Esperando na janela por uma muié, curtir um forró danado de bom!

Targino Godin


Chico Mendes era um cabra arretado de sangue na veia!

Francisco Matos
Escritor e Ecologista

LUCIANO JATOBÁ Filho de Senhor do Bonfim, antiga Vila Nova da Rainha, dali saiu para o mundo, faiscou letras ao invés de diamantes, e hoje faz parte de muitas academias (Entre ALAS e outras).

Versejou, cantou e bordou. Fez de tudo e até se meteu a turista ocidental, daí a ser hoje o diretor de turismo da sua terra.

Com vistas para o turismo meteu-se a filólogo das caatingas e produziu este DBL (Dicionário da Língua Baianesa) o qual, entre outros méritos, vem reforçar outros Aurélios e Houssais da língua dos brasilianos.

Nos originais do Dicionário encontramos a intenção de se traduzi-lo também para o francês, o inglês e o espanhol. Isso o tornaria mais abrangente que outras tentativas em

LUCIANO JATOBÁ Filho de Senhor do Bonfim, antiga Vila Nova da Rainha, dali saiu para o mundo, faiscou letras ao invés de diamantes, e hoje faz parte de muitas academias (Entre ALAS e outras).

Versejou, cantou e bordou. Fez de tudo e até se meteu a turista ocidental, daí a ser hoje o diretor de turismo da sua terra.

Com vistas para o turismo meteu-se a filólogo das caatingas e produziu este DBL (Dicionário da Língua Baianesa) o qual, entre outros méritos, vem reforçar outros Aurélios e Houssais da língua dos brasilianos.

Nos originais do Dicionário encontramos a intenção de se traduzi-lo também para o francês, o inglês e o espanhol. Isso o tornaria mais abrangente que outras tentativas em divulgar a maneira e os modos de falar do baiano.

E, particularmente, me pergunto: porque não traduzir a “língua baianesa” para o jabonês? Puxo a brasa para minha sardinha e se não fora ter perdido este ano o meu velho amigo TADASHI OKUMURA, grande tradutor de JORGE AMADO, e muito ajudaria JATOBÁ nessa tarefa, tendo em vista ser o povo japonês brasileiro a maior colônia de japoneses fora do Japão, e também se constituir no segundo maior contingente de turistas em redor da Terra.

Assim e portanto devo louvar o trabalho do meu confrade JATOBÁ e saúda-lo niponicamente: OMEDETON GOZAIMASU, GAMBATE KUDASAI! (PARABÉNS, PROSSIGA!).

Emilton Moreira Rosa

Cônsul Geral Honorário do Japão na Bahia

Membro 37 da ALAS

 

divulgar a maneira e os modos de falar do baiano.

E, particularmente, me pergunto: porque não traduzir a “língua baianesa” para o jabonês? Puxo a brasa para minha sardinha e se não fora ter perdido este ano o meu velho amigo TADASHI OKUMURA, grande tradutor de JORGE AMADO, e muito ajudaria JATOBÁ nessa tarefa, tendo em vista ser o povo japonês brasileiro a maior colônia de japoneses fora do Japão, e também se constituir no segundo maior contingente de turistas em redor da Terra.

Assim e portanto devo louvar o trabalho do meu confrade JATOBÁ e saúda-lo niponicamente: OMEDETON GOZAIMASU, GAMBATE KUDASAI! (PARABÉNS, PROSSIGA!).

Emilton Moreira Rosa
Cônsul Geral Honorário do Japão na Bahia
Membro 37 da ALAS

 


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